quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
domingo, 13 de janeiro de 2008
VOCÊ É MELHOR DE BICICLETA !!!
Afinal, Você é Melhor de Bicicleta!!!
Deixe seu carro em casa, vá de Bike.
Não Polui, Não Ocupa espaço, Integra Pessoas e faz bem para Saúde.
o que você esta esperando para fazer parte deste meio modal?
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
Retrospectiva de Mortes 2007
Você saberia dizer qual foi o motivo da maior causa de morte destas?
Provavelmente você já perdeu alguem próximo a você por esse faltal meio modal, e é quase que impossível você não conhecer alguem que se envolveu em acidente muito grave e até mesmo tenha vindo a falecer.
Neste post serei breve, pois as imagens falam mais do que qualquer palavra.
No ano de 2007 ocorreram por volta 115.000 acidentes SOMENTES NAS BR’s, maior do que o ano de 2006, destes, aproximadamente 10.000 pessoas Morreram, uma média 27 POR DIA, e sabe lá quanta ficaram feridas, gravemente feridas, aleijadas, com seqüelas e etc. e isso são dados apenas das estradas Brasileiras caso você acrescentas os acidentes nas cidades esse numero pode ate quadruplicar, é por isso que os “acidentes de trânsito” é a segunda maior causa de morte no país, perdendo apenas para os homicídios.
Agora eu pergunto, será que pode ser chamado de acidente? Onde motoristas por todo o país cometem infrações, não respeitam as leis de trânsito, dirigem bêbado e várias outras dezenas de infrações.
As penas para qualquer tipo de infração devem ser absurdamente rigorosas podendo chegar até o valor do carro, apreensão da habilitação e suspensão do direito de dirigir, como qualquer país civilizado, porque quem não obedece a lei não tem o direito de dirigir, carro mata e pior quando envolve pessoas inocentes, nas calcadas, nos pontos de ônibus e também em outros carros que obedecem a lei.
E finalizo com o questionamento:
Quantas pessoas ainda precisaram morrer para serem tomadas essas medidas?
Quando será criado um meio de transporte interurbano eficiente, seguro, de qualidade e sustentável, deixando as viagens de automóvel quando extremamente necessário e ampliando as possibilidades do direito de ir e vir?
Assistam a matéria transmitida pelo Jornal Hoje sobre os Acidentes de trânsito no final do post, e prestem atenção no acidentes publicados pela Globo, somente os publicados, se tiver interesse acesse o site da emissora.
Posts Relacionados:
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Fonte de imagens e vídeos: www.globo.com
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
O ESPAÇO PÚBLICO
Segundo Silvio Soares de Macedo, as praças são espaços de convívio onde todos os integrantes da família podem usufruir. “As crianças pequenas são levadas a playgrounds, crianças maiores e jovens vão jogar ou patinar, velhos vão jogar cartas ou bochas, cachorros são conduzidos por seus donos para o passeio diário”. (MACEDO, 1999, p. 77). Porém, conforme o autor, os hábitos urbanos começaram a se interiorizar com o advento da televisão, passando a fixar as pessoas mais dentro das suas casas. Assim, as ruas passam a ser ocupadas pela camada da população rejeitada pela sociedade.
Por ser um espaço onde qualquer pessoa pode ter acesso, na nossa cultura, infelizmente, ele é comumente interpretado como “espaço sem dono” ou “espaço de ninguém”. Portanto, o espaço público gera medo e nele as pessoas mantêm-se afastadas uma das outras como forma de se proteger. Considerando os parâmetros de Hall, as pessoas procuram se distanciar umas das outras cerca de 3,50 à 7,50 metros, distância a qual “uma pessoa pode empreender uma ação de fuga ou defesa, se ameaçada”. (Hall apud OKAMOTO, 2002, p. 175).
Assim, a vida pública cotidiana das pessoas volta-se para os locais fechados ou para os espaços privados como os shoppings centers, entendidos forçadamente como semi-públicos.
Nesse panorama, o automóvel exerce uma forte influência no ser humano em diversos aspectos. Além da sensação de status e beleza, ele desperta um caráter de segurança e privacidade. “O carro é como uma espécie de bolha protetora do indivíduo na cidade” (NUNES & BENICCHIO, 2004). É um espaço privado individual no espaço público, uma parte da casa que se leva para a rua.
A utilização em exagero do carro nas cidades faz com que se diminua a quantidade dos espaços públicos nelas. Eles ocupam hoje em dia, segundo Nunes e Benicchio, 30% da área urbana na cidade de São Paulo por exemplo. “No lugar da praça, o shopping Center; no lugar da calçada, a avenida; no lugar do parque, o estacionamento; em vez de vozes, motores e buzinas”. (NUNES & BENICCHIO, 2004).
Os menos favorecidos, as pessoas com nível social menos elevado, são os que mais sofrem com essa diminuição do espaço público e falta de equipamentos urbanos, pois para elas não há mais opção de lazer.
Em contraposição a essa situação, cidades européias, como Copenhagen, na Dinamarca e Amsterdã, na Holanda, apóiam o uso de meios de transportes alternativos, entre eles a bicicleta. Essas cidades executam cada vez mais projetos de ampliação de ciclovias e bicicletários, em busca da cidadania, por uma cidade melhor e mais saudável. Dessa forma sobra mais espaço para as pessoas, pois essas cidades dão prioridade ao ser humano não aos automóveis.
Foto: Bicicletário em Amsterdã/ Fonte: Cimatti (www.flickr.com/photos)
Quanto menos se usa a cidade, mais ela se torna perigosa. “O isolamento leva ao sentimento de solidão. A repetição infinita dos mesmos pequenos rituais leva ao tédio”. (NUNES & BENICCHIO, 2004). Com o usufruto da cidade, o ser humano descobre relações e percebe melhor a paisagem. Só assim será possível sentir a cidade e absorver as coisas boas que ela tem a nos passar.
Estamos acostumados a ir e vir todos os dias pela cidade e esta parece não nos passar nenhum tipo de sentimento. Mal percebemos as edificações ao nosso redor. É bem capaz de não sabermos responder sequer qual é a cor da casa localizada à esquina da nossa rua.
Vários motivos contribuem para essa falta de sensibilidade para com a arquitetura. Entre eles está o isolamento atual das pessoas em espaços privados, conforme dito anteriormente. Assim, as pessoas vivem num lugar onde “o meio não é seu, o meio é para passagem”. (NUNES & BENICCHIO, 2004). Nós abandonamos a cidade na medida em que nos encontramos sempre fechados dentro dos nossos veículos ou em condomínios, e o fato de não usufruirmos dela acaba por privarmos de percebê-la e senti-la.
BIBLIOGRAFIA: MACEDO, Silvio Soares de. Quadro do paisagismo no Brasil. São Paulo: Coleção Quapá, 1999./ OKAMOTO, Jun. Percepção Ambiental e Comportamento: Visão Holística da Percepção Ambiental na Arquitetura e na Comunicação. São Paulo: Editora Mackenzie, 2002./ NUNES, Branca & BENICCHIO, Thiago. Sociedade do Automóvel. São Paulo: Trabalho de Conclusão de Curso de Jornalismo da PUC, 2004.
*textos retirados de Monografia "ARQUITETURA... UMA PAUSA PARA A EMOÇÃO", apresentada ao Curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Tiradentes em 2007. Autoria: Carolina A. Vasconcelos
Por trás da Propaganda!
Andando pela cidade de Aracaju e fazendo parte do trânsito que está cada vez mais difícil e enlouquecedor, pode-se avistar algumas medidas publicitárias e intervenções fisicas do orgão responsável para amenizar vários problemas decorrente do grande número de carros na cidade.
A primeira imagem tem uma mensagem muito legal, mas só que ainda falta muita coisa para que a os donos de carros deixem sua "máquina" em casa e peguem o bom e velho ônibus. Alguns dos motivos são:
Passagens muito caras(aqui o preço da passagem é R$ 1,75) onde o sistema de ônibus é integrado, mas o percurso médio do passageiro é em média de 30km, dai não se justifica esse preço tão alto.
Existem poucas empresas que fazem o serviço de transporte onde possui somente 4 empresários que "tomam conta" do sistema de transporte não existindo uma maior concorrência na prestação de serviços e nas taxas.
Os ônibus, na sua maioria são velhos e estar dentro deles é pior do que estar do lado de uma bateria da escola de samba(sendo que 15% desses R$1,75 é destinado para renovação da frota)
O tempo de espera pelo ônibus passam dos 30 minutos.
Como a população vai deixar seu carro em casa ou deixar de utilizar o transporte clandestino por motoboy na cidade se existe um monte de deficiências a serem resolvidas?
A solução é pegar a sua bicicleta e utiliza-la para o maioria de suas atividades na cidade e exigir que o orgão competente implante uma bom sistema cicloviário fazendo com que a bicicleta seja integrada ao sistema de transporte urbano público.
A propaganda seria muito mais legal se as suas palavras fossem:
Ande legal,use o ônibus e a sua bicicleta para o seu transporte na cidade!!
Deixe seu carro em casa!
domingo, 6 de janeiro de 2008
Venha Participar!!!!
Foto retirada do site da Chapadão do Sul.
Olá amigos e amigas!!
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
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